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FESTIVAL

O Festival Raízes do Atlântico é considerado o mais antigo festival de world music de Portugal. Realizado pela primeira vez em 1994, sob outra designação, afirmou-se como um dos principais eventos culturais da Madeira. O projeto é atualmente desenvolvido pela Direção Regional da Cultura.

O festival tem sido palco do encontro entre a música tradicional madeirense e a música do Mundo. Tendo tido vários formatos e géneros musicais, conta já com mais de 130 concertos e vários palcos.

No Passado teve nomes como Tito Paris, Dany Silva, Dave Sharp, Júlio Pereira, Paolo Angeli, Vitorino, Rão Kyao entre tantos outros. Em 2016 realiza-se a 17ª edição Festival Raízes do Atlântico

EDIÇÃO 2016

Este ano o festival sofre muitas alterações e uma renovação que se estende à imagem, local do concerto e conceito de programação.

Com a edição de 2016 pretende-se ultrapassar a barreira tradicional do conceito “ World Music” para uma fusão de géneros, num conceito de modernidade, no qual a lusofonia destaca-se, mas também os novos sons e novas tendências musicais através de uma curadoria artística cuidada sempre assente na qualidade.

FESTIVAL

O Festival Raízes do Atlântico é considerado o mais antigo festival de world music de Portugal. Realizado pela primeira vez em 1994, sob outra designação, afirmou-se como um dos principais eventos culturais da Madeira. O projeto é atualmente desenvolvido pela Direção Regional da Cultura.

O festival tem sido palco do encontro entre a música tradicional madeirense e a música do Mundo. Tendo tido vários formatos e géneros musicais, conta já com mais de 130 concertos e vários palcos.

No Passado teve nomes como Tito Paris, Dany Silva, Dave Sharp, Júlio Pereira, Paolo Angeli, Vitorino, Rão Kyao entre tantos outros. Em 2016 realiza-se a 17ª edição Festival Raízes do Atlântico

EDIÇÃO 2016

Este ano o festival sofre muitas alterações e uma renovação que se estende à imagem, local do concerto e conceito de programação.

Com a edição de 2016 pretende-se ultrapassar a barreira tradicional do conceito “ World Music” para uma fusão de géneros, num conceito de modernidade, no qual a lusofonia destaca-se, mas também os novos sons e novas tendências musicais através de uma curadoria artística cuidada sempre assente na qualidade.

ALINHAMENTO

Lula Pena

Portugal
09 Junho
21h30/
Lula Pena é  um dos segredos mais bem guardados da música portuguesa, detentora de uma das melhores vozes de Portugal, tem no fado a sua base mas tem uma versatilidade que a leva por mundos africanos e de Cuba.

VER VíDEOS

Elida Almeida

Cabo Verde
09 Junho
23h00/
Élida Almeida é a voz de Cabo Verde que mais se fala do momento, Vencedora do prestigiado prémio “Découvertes RFI” de França em 2015, Elida é já um dos grandes valores de Cabo Verde.

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Sons of Kemet

Reino Unido
10 Junho
21h30/
Dia 10 de Junho é dedicado aos concertos improváveis desta edição, em estreia nacional os Sons of Kemet é composto por quatro músicos prodígio da cena jazzística Britânica mas apresentam uma música que é mais do que Jazz, onde é possível encontrar uma mistura revolucionária de música que se estende ao rock, dub, sons das caraíbas e da black music.

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Petite Noir

África do Sul
10 Junho
23h00/
The Guardian diz que Petite Noir é um dos artistas sul africanos mais genuínos do momento e percebe-se porquê. Encontramos algo muito fresco e diferente no seu álbum de 2015, uma fusão moderna e estilisticamente criativa de géneros que vai desde o new wave aos novos sons africanizados na esteira do kwaito sul-africano, do kuduro luso-angolano ou dos sons urbanos do Congo.

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Xarabanda

Portugal
11 Junho
20h30/
Xarabanda é uma das bandas que melhor representa a história musical da Ilha da Madeira.

VER VíDEO

Ghalia Benali

Tunísia
11 Junho
21h30/
Um dos grandes concertos desta edição acontece com a diva da Tunísia, Ghalia Benali, considerada pela imprensa especializada internacional a embaixadora da cultura árabe.

VER VíDEOS

Ivan Lins

Brasil
11 Junho
23h00/
Ivan Lins é um cantor, pianista e compositor e um dos artistas brasileiros de maior sucesso no mundo, vencedor de 4 Grammys Latinos e nomeado por tantos outros prémios de prestígio.

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ALINHAMENTO

Lula Pena

Portugal
09 Junho
21h30/
Lula Pena é  um dos segredos mais bem guardados da música portuguesa, detentora de uma das melhores vozes de Portugal, tem no fado a sua base mas tem uma versatilidade que a leva por mundos africanos e de Cuba.

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Elida Almeida

Cabo Verde
09 de Junho
23h00/
Élida Almeida é a voz de Cabo Verde que mais se fala do momento, Vencedora do prestigiado prémio “Découvertes RFI” de França em 2015, Elida é já um dos grandes valores de Cabo Verde.

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Sons of Kemet

Reino Unido
10 Junho
21h30/
Dia 10 de Junho é dedicado aos concertos improváveis desta edição, em estreia nacional os Sons of Kemet é composto por quatro músicos prodígio da cena jazzística Britânica mas apresentam uma música que é mais do que Jazz, onde é possível encontrar uma mistura revolucionária de música que se estende ao rock, dub, sons das caraíbas e da black music.

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Petite Noir

África do Sul
10 Junho
23h00/
The Guardian diz que Petite Noir é um dos artistas sul africanos mais genuínos do momento e percebe-se porquê. Encontramos algo muito fresco e diferente no seu álbum de 2015, uma fusão moderna e estilisticamente criativa de géneros que vai desde o new wave aos novos sons africanizados na esteira do kwaito sul-africano, do kuduro luso-angolano ou dos sons urbanos do Congo.

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Xarabanda

Portugal
11 Junho
21h00/
Xarabanda é uma das bandas que melhor representa a história musical da Ilha da Madeira.

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Ghalia Benali

Tunísia
11 Junho
22h30/
Um dos grandes concertos desta edição acontece com a diva da Tunísia, Ghalia Benali, considerada pela imprensa especializada internacional a embaixadora da cultura árabe.

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Ivan Lins

Brasil
11 Junho
23h30/
Ivan Lins é um cantor, pianista e compositor e um dos artistas brasileiros de maior sucesso no mundo, vencedor de 4 Grammys Latinos e nomeado por tantos outros prémios de prestígio.

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ARTISTAS

A edição de 2016 do Raízes do Atlântico irá assentar numa viagem renovada pelo mundo, mas acima de tudo pela lusofonia e pelos países que é possível encontrar pelo oceano Atlântico dando assim mote ao próprio nome do festival.

Como ponto de partida desta viagem começamos na ilha da Madeira com os XARABANDA, uma banda que apresenta o cancioneiro madeirense e todos os instrumentos quase exclusivos que definem a nossa música.

O próximo destino é feito ao continente português, com a diva da música portuguesa LULA PENA. Uma voz única define esta artista que tem na sua base o fado mas que também faz incursões por outros géneros musicais, uma das melhores representações nacionais de sempre.

Na procura de novos sons do mundo fazemos um desvio do Atlântico para conhecer outra diva, mas desta feita de um país tão exótico como a Tunísia, com GHALIA BENALI, considerada pela imprensa especializada internacional a embaixadora da cultura árabe. Uma presença quase espiritual define os seus concertos que tem encantado multidões.

Passamos pelo Reino Unido com os SONS OF KEMET que fazem a sua estreia nacional no Raízes e que têm tanto de Europeu como Africano ou até mesmo de sons das Caraíbas, uma formação de Jazz muito original que nos transporta já para a travessia que se segue.

Começamos a travessia pelo Oceano Atlântico e paramos numa das regiões mais queridas da lusofonia, Cabo Verde, com a voz quente de ELIDA ALMEIDA. Vencedora do prestigiado prémio “Découvertes RFI” de França em 2015, Elida é já um dos grandes valores de Cabo Verde, termina a grande tournée organizado pela RFI no Raízes do Atlântico.

O próximo ponto de paragem leva-nos a África do Sul, a um dos concertos improváveis desta edição, ao som eclético de PETITE NOIR um dos artistas mais internacionais daquele país. apresenta no seu album de 2015 uma Africa Moderna com influências pop, rock que o tem levado além do conceito de “World Music”, tem sido cabeça de cartaz em festivais de rock emblemáticos.

Terminamos esta viagem com um concerto de um dos maiores nomes da música do Brasil, IVAN LINS. Com mais de 40 anos de carreira e muitos prémios inclusive 4 grammys, Ivan faz parte da banda sonora de qualquer pessoa que aprecie boa musica do Brasil, um encerramento de luxo nos Raízes do Atlântico, edição de 2016.

ARTISTAS

A edição de 2016 do Raízes do Atlântico irá assentar numa viagem renovada pelo mundo, mas acima de tudo pela lusofonia e pelos países que é possível encontrar pelo oceano Atlântico dando assim mote ao próprio nome do festival.

Como ponto de partida desta viagem começamos na ilha da Madeira com os XARABANDA, uma banda que apresenta o cancioneiro madeirense e todos os instrumentos quase exclusivos que definem a nossa música.

O próximo destino é feito ao continente português, com a diva da música portuguesa LULA PENA. Uma voz única define esta artista que tem na sua base o fado mas que também faz incursões por outros géneros musicais, uma das melhores representações nacionais de sempre.

Na procura de novos sons do mundo fazemos um desvio do Atlântico para conhecer outra diva, mas desta feita de um país tão exótico como a Tunísia, com GHALIA BENALI, considerada pela imprensa especializada internacional a embaixadora da cultura árabe. Uma presença quase espiritual define os seus concertos que tem encantado multidões.

Passamos pelo Reino Unido com os SONS OF KEMET que fazem a sua estreia nacional no Raízes e que têm tanto de Europeu como Africano ou até mesmo de sons das Caraíbas, uma formação de Jazz muito original que nos transporta já para a travessia que se segue.

Começamos a travessia pelo Oceano Atlântico e paramos numa das regiões mais queridas da lusofonia, Cabo Verde, com a voz quente de ELIDA ALMEIDA. Vencedora do prestigiado prémio “Découvertes RFI” de França em 2015, Elida é já um dos grandes valores de Cabo Verde, termina a grande tournée organizado pela RFI no Raízes do Atlântico.

O próximo ponto de paragem leva-nos a África do Sul, a um dos concertos improváveis desta edição, ao som eclético de PETITE NOIR um dos artistas mais internacionais daquele país. apresenta no seu album de 2015 uma Africa Moderna com influências pop, rock que o tem levado além do conceito de “World Music”, tem sido cabeça de cartaz em festivais de rock emblemáticos.

Terminamos esta viagem com um concerto de um dos maiores nomes da música do Brasil, IVAN LINS. Com mais de 40 anos de carreira e muitos prémios inclusive 4 grammys, Ivan faz parte da banda sonora de qualquer pessoa que aprecie boa musica do Brasil, um encerramento de luxo nos Raízes do Atlântico, edição de 2016.

ENTRADAS

Bilhete

1 DIA
5/ cada
Válido para todos os concertos de um dia (09, 10 ou 11). Entrada gratuita a menores de 12 anos.

ONDE COMPRAR:

Os bilhetes podem ser adquiridos na bilheteira do recinto, nos dias dos concertos, ou na Fnac do Funchal.

Também pode reservar aqui (mencionando quantos) e levantar na bilheteira do Raízes do Atlântico, nos dias dos concertos, mediante comprovativo de identidade com o mesmo nome em que foi feita a reserva.

RESERVAR

Passe

3 DIAS
12/ cada
Válido para todos os concertos dos três dias (09, 10 e 11). Entrada gratuita a menores de 12 anos.

ONDE COMPRAR:

Os passes podem ser adquiridos na bilheteira do recinto, nos dias dos concertos, ou na Fnac do Funchal.

Também pode reservar aqui (mencionando quantos) e levantar na bilheteira do Raízes do Atlântico, nos dias dos concertos, mediante comprovativo de identidade com o mesmo nome em que foi feita a reserva.

RESERVAR

LOCAL

Foi escolhido um dos lugares mais exclusivos da cidade do Funchal, o emblemático jardim da Quinta Magnólia, um espaço histórico e que contém uma riqueza de vegetação africana e europeia únicas, proporcionando-se assim um cenário de excelência ao festival.

Será facultado estacionamento gratuito nos parques do Estádio do Marítimo.

LOCAL

Foi escolhido um dos lugares mais exclusivos da cidade do Funchal, o emblemático jardim da Quinta Magnólia, um espaço histórico e que contém uma riqueza de vegetação africana e europeia únicas, proporcionando-se assim um cenário de excelência ao festival.

Será facultado estacionamento gratuito nos parques do Estádio do Marítimo.

CONTACTOS

 

Rua Dr. Pita 15, 9000-160 Funchal, Portugal

GPS: N 32º 38´38,2” W 16º 55´29,6”

mail@raizesdoatlantico.com

(+351) 291 211 830 / 96 129 118

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Rua Dr. Pita 15, 9000-160 Funchal, Portugal

GPS: N 32º 38´38,2” W 16º 55´29,6”

mail@raizesdoatlantico.com

(+351) 291 211 830 / 96 129 118

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  • Xarabanda

    Xarabanda é uma das bandas que melhor representa a história musical da ilha da Madeira.

    Desde o início, os seus grandes objetivos foram dar a conhecer a tradição musical da Madeira, através da recolha, arranjo e apresentação de reportórios. Com mais de 30 anos de existência têm levado as nossas raízes musicais a muitos públicos diversos, tanto na Madeira, assim como fora desta, com vários concertos em Portugal Continental e outros países.

    xarabanda.pt

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  • LulaPena

    Lula Pena é  um dos segredos mais bem guardados da música portuguesa, detentora de uma das melhores vozes de Portugal, tem no fado a sua base mas tem uma versatilidade que a leva por mundos Africanos e de Cuba.

    A edição de um novo álbum de originais esta primavera é um autêntico acontecimento, isto porque demorou 12 anos entre o primeiro álbum e o segundo que foi editado em 2010. 6 anos depois chega-nos finalmente o terceiro álbum daquela que é uma das divas da música portuguesa e que é conhecida por dar apenas alguns concertos selecionados pela mesma. A melhor representação nacional na abertura do Raízes.

    www.lulapena.com

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  • GhaliaBenali

    Um dos grandes concertos desta edição acontece com a diva da Tunísia, Ghalia Benali, considerada pela imprensa especializada internacional a embaixadora da cultura árabe.

    Benali cresceu numa família de artistas no sul da Tunísia e desde muito cedo foi influenciada por musica do Egipto, Síria, Iraque e claro da Tunísia, mas a sua ligação à Europa, continente onde viria a estudar, trouxe-lhe todo uma série de influências ocidentais à sua música.

    Detentora de uma voz de outro mundo, quase espiritual, num surpreendente registo que mistura a música árabe com muitas outras influências ocidentais. Mulher de convicções, Ghalia Benali diz que se trata de “música árabe com novas formas, por vezes festiva mas nunca profana, ocasionalmente romântica e elegíaca: um passaporte para muitas culturas”.

    Nas suas músicas, quase parece que percebemos árabe e compreendemos como todos partilhamos as mesmas alegrias e angustias. Esta artista não deixa ninguém indiferente por onde passa, tem maravilhado público e imprensa em concertos esgotados. Uma estreia na região para nos fazer sonhar.

    Soundcloud

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  • SonsKemet

    Dia 10 de Junho é dedicado aos concertos improváveis desta edição, em estreia nacional os Sons of Kemet é composto por quatro músicos prodígio da cena jazzística britânica mas apresentam uma música que é mais do que Jazz, onde é possível encontrar uma mistura revolucionária de música que se estende ao rock, dub, sons das caraíbas e da black music.

    Vencedores do prestigiado prémio MOBO e nomeados para o prémio Gilles Peterson, esta formação ao vivo não deixa ninguém indiferente, tendo sido referido pelo The Guardian como um dos melhores de 2015 ou pela BBC como uma das bandas mais originais do ano.

    Liderado pelo vencedor do “BBC New Generation Artist” Shabaka Hutchings, a banda conta com outras estrelas da música como o Seb Rochford dos Polar Bear entre outros.

    Um concerto de ritmos hipnóticos com quatro músicos ferozmente criativos que já os levaram a serem cabeça de cartaz em muitos festivais de música como também a colaborar com o conhecido realizador David Fincher entre outros projetos.

    www.sonsofkemet.com

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  • ElidaAlmeida

    Elida Almeida é a voz de Cabo Verde de que mais se fala no momento. Vencedora do prestigiado prémio “Découvertes RFI” de França em 2015, Elida é já um dos grandes valores de Cabo Verde.

    A grande turné organizada pela RFI que a levou aos quatro cantos do mundo termina na Madeira, no Raízes do Atlântico, antes de regressar a Cabo Verde. Este prémio distingue sobretudo artistas francófonos, mas este ano decidiu consagrar uma artista lusófona, numa demonstração de “abertura deste prémio”, como assinalou a presidente do júri.

    Natural da ilha de Santiago, Elida Almeida canta em crioulo e recorre frequentemente para as suas composições aos ritmos tradicionais cabo-verdianos como o batuque, a morna ou o funaná.

    O seu primeiro disco Ora Doci Ora Margos foi lançado pela Lusafrica, o mesmo de Cesária Évora, e os seus vídeos têm já quase dois milhões de visualizações, uma das melhores representações da lusofonia atual num concerto quente.

    www.lusafrica.com

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  • PetiteNoir

    The Guardian diz que Petite Noir é um dos artistas sul africanos mais genuínos do momento e percebe-se porquê. Encontramos algo muito fresco e diferente no seu álbum de 2015, uma fusão moderna e estilisticamente criativa de géneros que vai desde a new wave aos novos sons africanizados na esteira do kwaito sul-africano, do kuduro luso-angolano ou dos sons urbanos do Congo.

    Noir  nasceu para a música na igreja, cantando e tocando nesse ambiente, até que um dia o músico sul-africano Spoek Mathambo o desafiou para colaborar com ele. Na altura vivia na Cidade do Cabo, onde ainda regressa com assiduidade. Filho de mãe angolana e de pai congolês, foi na África do Sul que cresceu.

    Petite Noir é a nova estrela da Africa do Sul, o seu som contemporâneo com sons africanos já levou o seu nome para além do conceito de “World Music”, onde é cabeça de cartaz em festivais de musica generalista, de rock e pop. Um concerto improvável que não deixará ninguém indiferente.

    petitenoirmusic.com

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  • IvanLins

    Ivan Lins é um cantor, pianista e compositor e um dos artistas brasileiros de maior sucesso no mundo, vencedor de 4 Grammys Latinos e nomeado por tantos outros prémios de prestígio.

    Foi muito influenciado por diversos géneros musicais como jazz, bossa nova e soul e tem como principal instrumento o piano, que toca desde os 18 anos.

    Lançou inúmeros discos, muitos deles de grande sucesso e alguns temas que se tornaram marcos na história da MPB.

    Ivan Lins é hoje o compositor brasileiro vivo mais gravado internacionalmente, foi regravado por inúmeras estrelas da música internacional, como Quincy Jones, George Benson, Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan e Bárbara Streisand.

    Um concerto de luxo no encerramento da edição renovada dos Raízes do Atlântico 2016.

    ivanlins.com.br

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  • Xarabanda

    Xarabanda é uma das bandas que melhor representa a história musical da ilha da Madeira.

    Desde o início, os seus grandes objetivos foram dar a conhecer a tradição musical da Madeira, através da recolha, arranjo e apresentação de reportórios. Com mais de 30 anos de existência têm levado as nossas raízes musicais a muitos públicos diversos, tanto na Madeira, assim como fora desta, com vários concertos em Portugal Continental e outros países.

    xarabanda.pt

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  • LulaPena

    Lula Pena é  um dos segredos mais bem guardados da música portuguesa, detentora de uma das melhores vozes de Portugal, tem no fado a sua base mas tem uma versatilidade que a leva por mundos Africanos e de Cuba.

    A edição de um novo álbum de originais esta primavera é um autêntico acontecimento, isto porque demorou 12 anos entre o primeiro álbum e o segundo que foi editado em 2010. 6 anos depois chega-nos finalmente o terceiro álbum daquela que é uma das divas da música portuguesa e que é conhecida por dar apenas alguns concertos selecionados pela mesma. A melhor representação nacional na abertura do Raízes.

    www.lulapena.com

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  • GhaliaBenali

    Um dos grandes concertos desta edição acontece com a diva da Tunísia, Ghalia Benali, considerada pela imprensa especializada internacional a embaixadora da cultura árabe.

    Benali cresceu numa família de artistas no sul da Tunísia e desde muito cedo foi influenciada por musica do Egipto, Síria, Iraque e claro da Tunísia, mas a sua ligação à Europa, continente onde viria a estudar, trouxe-lhe todo uma série de influências ocidentais à sua música.

    Detentora de uma voz de outro mundo, quase espiritual, num surpreendente registo que mistura a música árabe com muitas outras influências ocidentais. Mulher de convicções, Ghalia Benali diz que se trata de “música árabe com novas formas, por vezes festiva mas nunca profana, ocasionalmente romântica e elegíaca: um passaporte para muitas culturas”.

    Nas suas músicas, quase parece que percebemos árabe e compreendemos como todos partilhamos as mesmas alegrias e angustias. Esta artista não deixa ninguém indiferente por onde passa, tem maravilhado público e imprensa em concertos esgotados. Uma estreia na região para nos fazer sonhar.

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  • SonsKemet

    Dia 10 de Junho é dedicado aos concertos improváveis desta edição, em estreia nacional os Sons of Kemet é composto por quatro músicos prodígio da cena jazzística britânica mas apresentam uma música que é mais do que Jazz, onde é possível encontrar uma mistura revolucionária de música que se estende ao rock, dub, sons das caraíbas e da black music.

    Vencedores do prestigiado prémio MOBO e nomeados para o prémio Gilles Peterson, esta formação ao vivo não deixa ninguém indiferente, tendo sido referido pelo The Guardian como um dos melhores de 2015 ou pela BBC como uma das bandas mais originais do ano.

    Liderado pelo vencedor do “BBC New Generation Artist” Shabaka Hutchings, a banda conta com outras estrelas da música como o Seb Rochford dos Polar Bear entre outros.

    Um concerto de ritmos hipnóticos com quatro músicos ferozmente criativos que já os levaram a serem cabeça de cartaz em muitos festivais de música como também a colaborar com o conhecido realizador David Fincher entre outros projetos.

    www.sonsofkemet.com

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  • ElidaAlmeida

    Elida Almeida é a voz de Cabo Verde de que mais se fala no momento. Vencedora do prestigiado prémio “Découvertes RFI” de França em 2015, Elida é já um dos grandes valores de Cabo Verde.

    A grande turné organizada pela RFI que a levou aos quatro cantos do mundo termina na Madeira, no Raízes do Atlântico, antes de regressar a Cabo Verde. Este prémio distingue sobretudo artistas francófonos, mas este ano decidiu consagrar uma artista lusófona, numa demonstração de “abertura deste prémio”, como assinalou a presidente do júri.

    Natural da ilha de Santiago, Elida Almeida canta em crioulo e recorre frequentemente para as suas composições aos ritmos tradicionais cabo-verdianos como o batuque, a morna ou o funaná.

    O seu primeiro disco Ora Doci Ora Margos foi lançado pela Lusafrica, o mesmo de Cesária Évora, e os seus vídeos têm já quase dois milhões de visualizações, uma das melhores representações da lusofonia atual num concerto quente.

    www.lusafrica.com

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  • PetiteNoir

    The Guardian diz que Petite Noir é um dos artistas sul africanos mais genuínos do momento e percebe-se porquê. Encontramos algo muito fresco e diferente no seu álbum de 2015, uma fusão moderna e estilisticamente criativa de géneros que vai desde a new wave aos novos sons africanizados na esteira do kwaito sul-africano, do kuduro luso-angolano ou dos sons urbanos do Congo.

    Noir  nasceu para a música na igreja, cantando e tocando nesse ambiente, até que um dia o músico sul-africano Spoek Mathambo o desafiou para colaborar com ele. Na altura vivia na Cidade do Cabo, onde ainda regressa com assiduidade. Filho de mãe angolana e de pai congolês, foi na África do Sul que cresceu.

    Petite Noir é a nova estrela da Africa do Sul, o seu som contemporâneo com sons africanos já levou o seu nome para além do conceito de “World Music”, onde é cabeça de cartaz em festivais de musica generalista, de rock e pop. Um concerto improvável que não deixará ninguém indiferente.

    petitenoirmusic.com

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    Ivan Lins é um cantor, pianista e compositor e um dos artistas brasileiros de maior sucesso no mundo, vencedor de 4 Grammys Latinos e nomeado por tantos outros prémios de prestígio.

    Foi muito influenciado por diversos géneros musicais como jazz, bossa nova e soul e tem como principal instrumento o piano, que toca desde os 18 anos.

    Lançou inúmeros discos, muitos deles de grande sucesso e alguns temas que se tornaram marcos na história da MPB.

    Ivan Lins é hoje o compositor brasileiro vivo mais gravado internacionalmente, foi regravado por inúmeras estrelas da música internacional, como Quincy Jones, George Benson, Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan e Bárbara Streisand.

    Um concerto de luxo no encerramento da edição renovada dos Raízes do Atlântico 2016.

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